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Quarta-feira, 5 de Setembro de 2007

ZOOESIA - O BURRO

Não me perguntem porquê

ninguém sabe, ninguém crê,

mas é do BURRO que eu gosto.

É animal preferido

entre todos o querido

que vos faz rir, quase aposto.

 

Não me importo mesmo mada

que achem exagerada

esta minha preferência.

É pra mim um animal

com perfil especial

e com muita inteligência.

 

Não sei quem o conotou

com estupidez e ficou

para sempre esse estigma.

Se ele pudesse falar

em vez de apenas zurrar

calava língua maligna.

 

Sua personalidade

impõe-se e, sem vaidade,

só faz aquilo que quer.

Tentem fazê-lo andar

se ele não concordar

só se mexe, se quiser.

 

Parece manso e passivo

mas quando está no activo

só faz o que lhe apetece.

E se lhe derem pauladas

quase são "favas contadas"

que um coice logo acontece.

 

Gosto daquele seu jeito

indiferente e escorreito

de caminhar lentamente.

De orelha arrebitada

não é afeito a manada

vai sozinho e segue em frente.

 

Quanta gente gostaria

de ter tal brio e valia

na nossa governação.

Que só "burros" encontramos

e por muito que façamos

apenas coices nos dão.

 

E a dúvida continua

a verdade nua e crua

é não sabermos porquê

se chama burros aos burros

se tantos, mesmo com urros,

são "burros" e ninguém vê.

 

Que os burros nos perdoem

se os políticos não põem 

a inteligência em proveito

dos que aos burros, burros chamam,

mas que mamam, mamam, mamam,

sem qualquer norma ou preceito.

 

Eu continuo a gostar

mais de um burro a zurrar

que político em discurso.

E, entre os dois animais,

é o Homem que faz mais

alguma "figura de urso".

 

Qualquer dia, em extinção,

só pois na governação

teremos este animal.

Não se acabarão os burros

mas teremos que dar urros

para salvar Portugal.

 


publicado por brizissima às 15:59

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1 comentário:
De A. João Soares a 5 de Setembro de 2007 às 17:17
Oh, minha amiga!!!
Que ofensa, que ultrage, que injúria, que agravo, que desacato, que pecado, que imperdoável atrevimento o seu, que, mesmo sendo poetisa, não sei se terá perdão, clemência ou indulgência. Não pode haver caridade para tanto.
Pobre animal asinino, lá por ter orelhas grandes, não merece que uma poetisa, mesmo sendo de Cascais e com muito mérito, tenha o descaramento de ousar fazer comparações com os políticos.
Não está certo, não era preciso tanta ofensa ao bom do animal.
Será por ele não se licenciar nem sequer depois da escola de adultos?
Um abraço
João


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