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Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2009

AMIZADE dedicado a todos os meus amigos

 

 

Amigo é algo terno, comovente

riqueza inigualável, sem ter preço

é mesmo estando longe estar presente

aliança sem fim e sem começo

 

Uma alma em dois corpos, curioso,

ver as grandes diferenças superadas

é estar unido em desgraça, em gozo,

e conservar as mãos entrelaçadas

 

Não há nenhum sentimento mais puro

nem existe um abrigo mais seguro

do que ter um amigo de verdade

 

Solidão, mágoas, risos, as loucuras

amálgama transformada em ternuras

fazendo face a qualquer tempestade.


publicado por brizissima às 21:45

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4 comentários:
De A.João Soares a 17 de Fevereiro de 2009 às 07:37
Cara Amiga Ana Briz,
Um lindo soneto a ensinar o que é a amizade. Amai os outros como a vós mesmos. Os outros são os diferentes na cor, nas ideias na nacionalidade.
Amar os iguais, os clones, não é virtude. Virtude é amar os diferentes, os seres vivos, o ambiente, toda a criação do Divino.
Beijos
João Soares


De A.João Soares a 4 de Março de 2009 às 14:08
Minha Querida Amiga Ana Briz,
Tenho muita pena que o seu blog não tenha a projecção que merece na Blogosfera, mas não lhe têm faltado as minhas sugestões.
É pena que 16 dias depois do meu comentário ainda nãop se tenha manifestado com um comentário seu acerca do meu neste seu blog ou uma retribuição aos meus blogues (são 8).
Parece que detesta comentários dos seus visitantes!!!
Também, nunca tive uma reacção sua ao facto de eu ter satisfeito o seu pedido por telefone em 20 de Dezembro e publicado uns versos seus seguidos da seguinte nota e reforçados por dois e-mails para o meu grupo de amigos e para si. Eis a nota:
NOTA: Este poema foi escrito por Ana Briz quando viajava de automóvel, com o marido, para casa de uns amigos, na província, onde ia passar o fim-de-semana, inspirada pelo comentário de Pacheco Pereira na rádio. Como não há computador em casa dos amigos, nem cibercafé na aldeia, telefonou-me, ditou-me os versos e pediu a sua divulgação com brevidade.

Logo o enviei por e-mail para os meus correspondentes e, agora publico-o aqui.

A autora, além de já ter publicado vários livros de poesia, tem o blogue Brizíssima (ia em link como pode verificar no blogue), inteiramente dedicado à poesia, embora, infelizmente para nós, lhe dedique pouco tempo.

Da «Gazetilha» aqui publicada parece que Ana Briz é simpatizante ou militante do PSD (não é pela cor política que aprecio os amigos) e compreendo que se sinta ferida com as atitudes de muitos notáveis do partido que o têm transformado num «fragmentado», pulverizado, transformado num monte de brita ou de gravilha. Cada um deles sente o rei na barriga e procura impor a sua vontade, não havendo líder que, apesar de eleito, consiga agregar todas as vontades. Elegeram (escolherem o melhor, se são adultos conscientes!) Luís Marques Mendes e, logo a seguir, procuraram abatê-lo. A seguir, fizeram outra eleição (escolha do melhor, logicamente!) com voto secreto e escolheram Luís Filipe Menezes. Era esperado que seria o melhor, o aglutinador de todas as energias do partido, mas logo lhe aplicaram sentença igual à que apeou Marques Mendes e elegeram, também por voto secreto, Manuela Ferreira Leite, que, depois de tantos «erros» seguidos, foi uma esperança mas, depressa, veio a repetição do sucedido a Menezes e já é alvo de inúmeros atiradores.

O caso da candidatura de Santana Lopes para a Câmara de Lisboa, a que se refere o poema, é mais um exemplo dos egoísmos doentios dos barões do partido, que está mesmo partido em cacos. Não é um grupo ou uma equipa, é uma coisa indefinível.

Que futuro querem, para ele, os seus militantes?

Perante estas reflexões, compreendo e apoio Ana Briz e sinto o seu pesar pelo que está a acontecer. Por isso, satisfazer-lhe prontamente o pedido.

Minha cara amiga, assim não dá gosto vir aqui dias sucessivos sem que isso traga o mínimo de prazer em quase 100 po cento das visitas.
Lamento que não tenha dado importâncioa às minhas sugestões.

Beijos de muita amizade
João Soares


De brizissima a 4 de Março de 2009 às 23:55
Meu caro amigo João. Mereço em absoluto a critica que me faz. Aliás, penso mesmo que a extensão do seu desabafo pretende mesmo provocar uma qualquer reacção minha. Tem toda a razão no que diz. Talvez eu não mereça toda a atenção que me dispensou e ainda dispensa. Talvez o meu erro tenha sido começar uma coisa (meu Blog) para a qual não me sentia preparada e, talvez o seu tenha sido o acreditar mas minhas capacidades de bloguista. Não foi minha intenção ofendê-lo, nem isso me passaria pela cabeça. Na verdade, não me entusiasma muito fazer comentários aos outros cibernautas. Gosto de ter um espaço onde, de vez em quando possa escrever alguns poemas meus ou alguma crítica jocosa, principalmente se fôr oportuna num contexto político e é isso que tenho feito.Claro que concordo consigo e agradeço a sua preocupação, eu poderia ser mais conhecida fazendo passar a minha poesia mas, meu amigo, isso para mim não é
assim tão importante. Perguntará: então porque é que tem um blog? Responder-lhe-ei da melhor maneira que sei: porque quero ser moderna, porque ainda tenho a pretensão de poder acompanhar este choque tecnológico, porque estou viva e tenho sempre o desejo de me superar, de aceitar desafios. E se não souber compreender isto, então, meu amigo, esqueça-me e perdoe-me.
Relativamente à falta de reacção aquando da publicação do poema que fez o favor de publicar no seu Blog e passar aos seus amigos, queria lembrar-lhe que agradeci a sua disponibilidade não por via de mail mas telefónicamente.
Para terminar, queria pedir-lhe que não desista de mim e, em vez me visitar uma centena de vezes, o faça apenas as suficientes para não ficar aborrecido.
Não vou fazer promessas que não sei se poderei cumprir mas, serei sempre a sua amiga Ana.


De A.João Soares a 5 de Março de 2009 às 06:48
Querida Amiga Ana,
Lamento que tivesse dado aso a duvidar da minha amizade e vontade de ajudar. Apenas queria dar-lhe mais um estímulo para actuar de forma mais integrada com o funcionamento da Internet. A extensão do comentário deveu-se apenas à transcrição da Nota que se seguia à Poesia que sua que publiquei., no qual está um link que pretendia atrair os visitantes ao seu blog. Foi um impulso que se tornou inútil porque não quis publicar o seu poema no blçog e esteve muito tempo sem nada de novo.
Diz qual é o seu desejo d ter o blog, e acho muito bem, mas então faça como em tempos lhe disse repetidamente: coloque nele semanalmente ou de duas em duas semanas um dos seus versos constantes dos seus livros.
Conte sempre comigo, com a minha amizade e admiração e com as dicas que eu souber transmitir-lhe.
BEIJOS
jOÃO


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